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Alimentação e câncer de mama: o que a ciência realmente diz?
Quando falamos em câncer de mama, é comum surgirem perguntas como: existem alimentos que aumentam o risco? Há uma dieta capaz de prevenir a doença? E depois do diagnóstico, mudar a alimentação pode fazer diferença? A resposta exige cuidado. O câncer de mama é uma doença complexa e multifatorial. Idade, genética, história reprodutiva, exposição hormonal, peso corporal, atividade física, consumo de álcool e outros fatores contribuem para o risco. Portanto, nenhum alimento, isol


Hipertensão e alimentação: qual é o papel da Nutrologia no controle da pressão arterial?
A hipertensão arterial é uma das principais condições associadas ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares, ao acidente vascular cerebral (AVC) e à doença renal. Embora o tratamento medicamentoso seja fundamental quando indicado, mudanças no estilo de vida — especialmente na alimentação — também fazem parte do tratamento. Quando se fala em hipertensão e alimentação, porém, é comum resumir toda a orientação a uma frase: “coma menos sal”. Reduzir o excesso de sódio é, de f


Arroz requentado eleva menos a glicemia? O que a ciência diz sobre arroz, amido resistente e glicemia?
Você já ouviu dizer que cozinhar o arroz, deixá-lo na geladeira e reaquecê-lo depois pode fazer a glicose subir menos? A ideia pode parecer mais uma dica das redes sociais, mas existe uma explicação bioquímica para esse fenômeno — e estudos em humanos já avaliaram o que acontece com a glicemia após o consumo de arroz resfriado e reaquecido. O ponto central dessa história é o chamado amido resistente. O principal carboidrato presente no arroz é o amido, composto principalmente


Retatrutida: perda de peso próxima de 30%. Por que ainda não podemos usá-la?
Retatrutida pode levar a perdas de peso próximas de 30%, mas ainda é uma medicação investigacional. Entenda como funciona, o que mostram os estudos TRIUMPH e os riscos da compra no mercado paralelo. A retatrutida tornou-se uma das moléculas mais comentadas no tratamento da obesidade. E existe uma razão para isso: os resultados dos estudos clínicos são impressionantes. Nos estudos de fase 3, participantes tratados com as doses mais altas apresentaram reduções médias de peso pr


Obesidade é doença crônica: por que o peso pode voltar após o tratamento?
Em entrevista à CBN Maringá, conversei sobre uma questão fundamental para compreendermos melhor o tratamento da obesidade: perder peso não significa necessariamente que a doença deixou de existir. A obesidade é uma doença crônica e multifatorial. Isso significa que, assim como acontece com outras condições crônicas, seu controle pode exigir acompanhamento e estratégias terapêuticas de longo prazo. Essa mudança de perspectiva é especialmente importante em um momento em que med


Canetas emagrecedoras biossimilares: mais opções significam tratamento mais acessível?
ENTREVISTA JORNAL DA BAND A expansão dos medicamentos utilizados no tratamento da obesidade está entrando em uma nova fase. Além das marcas que se tornaram conhecidas nos últimos anos, novos produtos começam a chegar ao mercado, aumentando a concorrência e trazendo uma pergunta importante: as chamadas canetas emagrecedoras biossimilares poderão tornar o tratamento da obesidade mais acessível? Falei sobre esse tema em entrevista ao Jornal da Band, em reportagem que discutiu a


Saúde mental e canetas emagrecedoras: o que a ciência revela?
Semaglutida e tirzepatida aumentam o risco de depressão, ansiedade ou pensamentos suicidas? Os medicamentos conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras” transformaram o tratamento da obesidade. Semaglutida, liraglutida e, mais recentemente, tirzepatida possibilitaram perdas de peso antes difíceis de alcançar apenas com mudanças no estilo de vida. Ao mesmo tempo, com milhões de pessoas utilizando essas medicações, surgiu uma preocupação importante: os agonistas do GLP-


GLP-1 e câncer: o que o ASCO 2026 mostrou sobre metástases e sobrevida
Novos estudos do ASCO 2026, o maior Congresso do Mundo sobre Oncologia, associaram agonistas de GLP-1 a menor progressão metastática em alguns cânceres. Entenda os resultados, limitações e o que eles significam para pacientes. Os agonistas do receptor de GLP-1, medicamentos que ganharam enorme destaque no tratamento do diabetes tipo 2 e, principalmente, da obesidade, estão começando a ocupar espaço em uma discussão que vai muito além da perda de peso: qual pode ser o papel de


Canetas emagrecedoras podem prevenir demência e aumentar a longevidade?
Os medicamentos conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras”, especialmente os agonistas do receptor de GLP-1, transformaram o tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2. Nos últimos anos, porém, a ciência começou a investigar uma pergunta muito mais ampla: esses medicamentos poderiam também proteger o cérebro e contribuir para um envelhecimento mais saudável? Estudos recentes levantam hipóteses interessantes sobre uma possível associação entre os análogos do GLP-1,


Canetas emagrecedoras e saúde da pele: o que a nutrição tem a ver com isso?
Medicamentos baseados em GLP-1 transformaram o tratamento da obesidade. Semaglutida, tirzepatida e outros fármacos dessa família podem promover perdas expressivas de peso e importantes benefícios metabólicos. Mas, à medida que seu uso aumentou, também surgiram dúvidas sobre possíveis alterações na pele, no rosto e nos cabelos. Flacidez, perda do volume facial, aparência mais envelhecida e queda de cabelo são algumas das queixas relatadas durante tratamentos que promovem emagr


Canetas emagrecedoras causam perda de massa muscular?
Os análogos do GLP-1, como a semaglutida, e os medicamentos que atuam simultaneamente nos receptores de GIP e GLP-1, como a tirzepatida, transformaram o tratamento da obesidade. Além de promoverem uma perda de peso expressiva, esses medicamentos podem melhorar diversos parâmetros metabólicos. Com resultados tão significativos, porém, surgiu uma nova preocupação: quanto do peso perdido corresponde à gordura e quanto corresponde à massa muscular? A resposta é mais complexa do q


Canetas emagrecedoras e queda de cabelo: qual é o papel da nutrição?
A queda de cabelo tem sido cada vez mais relatada por pessoas que utilizam medicamentos para o tratamento da obesidade, especialmente os agonistas do receptor de GLP-1 e medicamentos relacionados, como semaglutida e tirzepatida. Mas será que essas medicações realmente fazem o cabelo cair? Dois estudos publicados em 2025 ajudam a compreender melhor essa questão. Os resultados sugerem que existe uma associação entre o uso desses medicamentos e alguns tipos de alopecia, mas aind


#edtw: conheça a subcomunidade do X que incentiva transtornos alimentares
Essa semana dei entrevista para a Gazeta de São Paulo sobre emagrecimento decorrente de transtornos alimentares. O #edtw é uma das diversas subcomunidades anônimas que existem na rede, cultuando estilos de vida nocivos e até criminosos sob nenhuma fiscalização GAZETA DE SÃO PAULO - Larissa Crippa 27.07.2026 A pressão estética sempre existiu, principalmente sobre as mulheres. Mas a modernidade possibilita que esse problema crie novas camadas cada vez mais problemáticas e, pior


Alimentação para ajudar na saúde mental e no sono
Nesta semana, dei uma entrevista no Programa Mulheres da TV Gazeta, para a jornalista Glória Vanique, sobre alimentos que ajudam a melhorar o humor e o sono. Todos esses dados foram pesquisados e apresentam evidência científica. Porém, posso adiantar que uma alimentação saudável com frutas e hortaliças, fibras e carnes magras, são fundamentais para ajudar no sono e na saúde mental. Assista ao vídeo completo!


Leite cru, fígado bovino e 6 mil calorias por dia: o que a ciência diz sobre a dieta de Haaland na Copa
Por Talyta Vespa, g1 Hoje dei uma entrevista sobre a dieta do Haaland durante a Copa do Mundo de Futebol. Atletas de alto rendimento têm uma necessidade calórica e proteica muito elevada, ainda mais em um esporte aeróbico e de força como o futebol. Haaland chega a correr 31 km por partida, além de chutar, driblar, passar e tomar a bola. Leiam a entrevista na íntegra. Enquanto um adulto sedentário consome, em média, entre 2 mil e 2.500 quilocalorias por dia, o norueguês Erling
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